O dilúvio foi um castigo mundial – Por Pr. Olavo Feijó

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Gênesis 6:17 – Porque eis que eu trago um dilúvio de águas sobre a terra, para desfazer toda a carne em que há espírito de vida debaixo dos céus; tudo o que há na terra expirará.

Aparentemente, o Senhor aceitou a possibilidade do pecado e suas consequências, quando decidiu pela liberdade de escolha, doada por Ele aos seres humanos. O mau uso da liberdade introduziu a desobediência espiritual no Jardim do Éden e, séculos depois, voltou a envenenar o coração dos seres humanos, contemporâneos do patriarca Noé.

A maldade pré-diluviana cresceu a tal nível que “Jeová disse – O Meu Espírito não permanecerá para sempre no homem, por causa do seu errar…” (Gênesis 6:3). E o texto do Gênesis acrescentou: “Porém, Noé achou graça aos olhos de Jeová” (verso 8). O Senhor comunicou Suas decisões a Noé e ele cumpriu todas as instruções recebidas, de modo que toda sua família, juntamente com os animais escolhidos pelo Senhor, sobreviveram às águas do dilúvio.

Milênios após o dilúvio, por causa do Espírito de Cristo, revelado na Bíblia, somos instruídos sobre como sobreviver à maldade humana. O Senhor nos afirma que o fim dos tempos não terá mais inundação global. Quanto à ameaça de extinção, por causa do pecado, ela somente será eliminada pela graça divina, mediante o poder Salvador do próprio Filho do Criador. O dilúvio foi um castigo global. Cristo Jesus nos foi dado como o cumprimento universal do poder Salvador do Senhor.

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