Meditações sobre o livro de Salmos

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Agora, pois… sede prudentes; deixai-vos instruir… Beijai o Filho, para que se não ire, e pereçais no caminho, quando em breve se acender a sua ira.
(Salmo 2:10, 12).

leia Salmo 2

Os Salmos 1 e 2 são complementares e servem como introdução para o livro inteiro. Anunciam para Israel os dois grandes pecados que cometem ao desprezarem o duplo testemunho divino à nação: desobediência à lei (Salmo 1) e rejeição de Seu Filho (Salmo 2).

Encontramos no segundo salmo os pensamentos de Deus acerca de Seu Ungido (v. 2), Seu Rei (v. 6), Seu Filho (vv. 7, 12, Atos 13:33). Deus Se encarregará de fazer com que Jesus seja honrado neste mundo que O desprezou. Herodes e Pôncio Pilatos, “com gentios e gente de Israel”, se ajuntaram contra Ele (Atos 4:25-28). Sua cruz tinha uma inscrição insultante: “Jesus de Nazaré, rei dos judeus”, como se dissessem a Deus: “Veja o que fizemos com Seu Rei”. Mas em um tempo futuro, de rebelião aberta das nações, aparecerá o justo Rei que Deus designou (Salmo 89:27-28). Dessa maneira, já no início do Livro dos Salmos, para encorajamento dos fiéis, Deus Se apresenta como Aquele que governa os eventos da História (v. 6), direcionando-os a esse apoteótico final.

Coloquemos em prática a exortação do versículo 11: “Servi ao SENHOR com temor”, com “alegria” (Salmo 100:2) e “de todo o vosso coração”, conclui 1 Samuel 12:20.

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