Cristão torturado por sua fé levou mais de 2.000 pessoas a Jesus Cristo

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Mesmo sob torturas inimagináveis, o cristão Liu Zhenying , não desistiu de seguir a Jesus Cristo e nunca entregou seus irmãos de fé para as autoridades.

Ele foi torturado de maneiras inimagináveis, mas nunca desistiu de seguir a Jesus Cristo. O testemunho de fé de Liu Zhenying, mais conhecido como “irmão Yun”, tem causado impacto em milhares de vidas em todo o mundo, com sua autobiografia traduzida para mais de 33 países.

Ele foi preso como criminoso pela primeira vez aos 17 anos, por ter trazido 2.000 pessoas para Cristo durante seu primeiro ano como cristão, em sua província natal, Henan,

O jovem evangelista continuou a pregar, apesar da constante ameaça de prisão. Mesmo após o reinado brutal de Mao, as autoridades chinesas continuaram a perseguir os cristãos.

Uma vez ele foi preso novamente e perdeu a consciência de tantos choques elétricos dos guardas. Seu corpo no chão convulsionou em uma cela na prisão de Nanyang, na província chinesa de Henan.

polícia secreta da China esperava que sua esposa e a mãe de Liu o convencessem a renunciar a suas crenças e revelar as identidades de seus amigos cristãos. Quando ele recuperou a consciência, sua cabeça estava no colo de sua mãe. Ela estava chorando e sua jovem esposa ficou horrorizada com o que tinham feito.

Ele se recusou a negar a Cristo e os funcionários da prisão recorreram a espancamentos e choques elétricos. “Eles queriam que eu revelasse nomes de mais cristãos e locais de reunião”, disse Yun.

Este episódio ocorreu em 7 de abril de 1984. Liu acreditava que ele logo morreria naquela prisão, mas Deus tinha outros planos. Ele foi libertado quatro anos depois, mas foi preso e torturado duas vezes antes de fugir da China em 1997.

Hoje, Liu Zhenying, 49 anos, é conhecido pelos cristãos de todo o mundo como o irmão Yun (pronuncia-se “Yoon”), um nome que os crentes chineses deram a ele para proteger sua identidade. Milhares foram inspirados por terem sobrevivido a tantas torturas.Yun prega um Evangelho que enfatiza o sofrimento e a ruína. Ele vê o sofrimento como uma oportunidade para a comunhão com Deus. “Eu realmente não sofri por Jesus enquanto estava na prisão, eu estava com Jesus”, disse ele.

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