Publicada em 03/10/2018 às 12:21

A fé é para os pequenos e grandes

Porque foste morto, e com o teu sangue nos compraste para Deus de toda a tribo, e língua, e povo, e nação. (Apocalipse 5:9).

Porque foste morto, e com o teu sangue nos compraste para Deus de toda a tribo, e língua, e povo, e nação. (Apocalipse 5:9).

A medalha Fields é a mais prestigiosa distinção para um matemático. Quando no ano 2002 Laurent Lafforgue recebeu a mesma, toda a atenção estava centrada nele. Mas, para surpresa de muitos, Laurent Lafforgue era um verdadeiro crente. Essas foram suas palavras: “Meu relacionamento com Deus é pouco emocional; a razão desempenha um papel muito importante. Busca o mais profundo, o mais importante”.

Por outro lado, entre os que enxergam apenas oposição entre a ciência e a fé, o matemático vê, acima de tudo semelhanças: “a fé, diz ele, tende para a verdade, e a ciência também. Não se pode investigar sem crer na existência da verdade. A matemática não é algo que funciona sozinha, mas coletivamente. Ela é igual a fé, que não pode ser vivida de forma isolada. Na matemática nunca podemos perder de vista os problemas centrais; o mesmo acontece com relação à fé: sempre tive o profundo sentimento de que o mais essencial de tudo existe: Cristo. Creio poder dizer: amo a Cristo. Amo a pessoa de Cristo”.

É agradável ler o testemunho dum homem erudito, mas o testemunho dum homem mais simples também tem seu valor. A fé cristã é universal. Homens e mulheres de todos os países e culturas têm recebido a mesma. Pessoas instruídas e pessoas sem instrução, pobres e ricos, crianças, adultos e anciãos, cientistas e artistas.

“Amas-me?, perguntou o Senhor Jesus Cristo a Pedro. Que possamos responder-Lhe: “Sim, Senhor, tu sabes que te amo” (João 21:16).

Autor: chamada.com.br
Fonte: chamada.com.br

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